Pelo emprego na <em>Alcoa</em>
Os trabalhadores da Alcoa Fujikura (ex-Indelma) terminaram anteontem uma série de três dias de paralisações, protestando contra as intenções da administração de deslocalizar para a República Checa a produção da cablagem eléctrica para o novo veículo que a Autoeuropa irá fabricar – revelou o SIESI/CGTP-IN.
O sindicato salienta que no centro da luta está a defesa de «1050 postos de trabalho, que ficarão irremediavelmente comprometidos, se a administração transferir para outra unidade uma produção indispensável à manutenção da taxa de ocupação e da actividade da fábrica portuguesa». Só nos últimos dois anos a multinacional norte-americana eliminou mais de 1500 postos de trabalho na fábrica do Casal do Marco, um dos maiores empregadores do distrito de Setúbal, denuncia o Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas.
Desde há três anos, acusa o SIESI, a Alcoa Fujikura depende exclusivamente de um único cliente e um único produto: a Autoeuropa e o monovolume ali fabricado, «em declínio comercial e que, até ao final do corrente ano, registará uma quebra de cerca de 50 por cento na sua produção». Tal sucede «por opção da administração» da empresa.
«Menos aceitável para os trabalhadores» é o facto de a administração, depois de a empresa ter ganho o concurso para fornecimento da cablagem para o novo veículo, «com notações e preços da fábrica portuguesa e com vantagens competitivas e de qualidade relativamente à República Checa», querer agora transferir a fabricação. O sindicato afirma que esta opção ameaça «levar a fábrica portuguesa ao encerramento».
O sindicato salienta que no centro da luta está a defesa de «1050 postos de trabalho, que ficarão irremediavelmente comprometidos, se a administração transferir para outra unidade uma produção indispensável à manutenção da taxa de ocupação e da actividade da fábrica portuguesa». Só nos últimos dois anos a multinacional norte-americana eliminou mais de 1500 postos de trabalho na fábrica do Casal do Marco, um dos maiores empregadores do distrito de Setúbal, denuncia o Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas.
Desde há três anos, acusa o SIESI, a Alcoa Fujikura depende exclusivamente de um único cliente e um único produto: a Autoeuropa e o monovolume ali fabricado, «em declínio comercial e que, até ao final do corrente ano, registará uma quebra de cerca de 50 por cento na sua produção». Tal sucede «por opção da administração» da empresa.
«Menos aceitável para os trabalhadores» é o facto de a administração, depois de a empresa ter ganho o concurso para fornecimento da cablagem para o novo veículo, «com notações e preços da fábrica portuguesa e com vantagens competitivas e de qualidade relativamente à República Checa», querer agora transferir a fabricação. O sindicato afirma que esta opção ameaça «levar a fábrica portuguesa ao encerramento».